Muitos países
estão já a “digitalizar” as suas moedas fiduciárias. É o caso da Venezuela com
a sua nova moeda virtual chamada Petro,
não obstante o “embargo” de Trump sobre uso deste dinheiro nos EUA. O Irão, a
Ucrânia, a Suécia e Austrália estão já na vanguarda de criptomoedas nacionais.
E parece que o efeito será de “bola de neve” para outros países dentro de
três anos. É que, para os entendidos em finanças, o uso de criptomoedas
nacionais é muito eficaz em situações de crise financeira nacional ou mundial
porque seu valor não depende do valor do ouro ou petróleo nos mercados
internacionais.
Segundo o Portaldobitcoin, 70% dos 63 Bancos Centrais
do ocidente e oriente estão há dois anos a trabalhar nos melhores
conceitos e práticas da indústria criptográfica para uso de moedas digitais nestes bancos em reservas internacionais, pagamentos internacionais e interbancários. A falta de
regulamentação legal segura e definitiva já está ultrapassada em 34% destes
bancos.
Segundo peritos da ICOBox, o
ano de 2019 será mais calmo nos mercados de criptomoedas, depois das
intenpéries e incertezas do passado ano. Segundo ainda esta perspectiva da
ICOBox publicada no portadobiticoin,
os ICOs serão menos atractivos e substituidos pelos Security Tokens Offerings (STOs).
Lembrar
que, em Angola, o BAI já faz circular o E-kwanza
como criptomoeda há dois anos, embora não seja uma moeda soberana.

