segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

AS CRIPTOMOEDAS SÃO IRREVERSÍVEIS NO MUNDO HODIERNO


Muitos países estão já a “digitalizar” as suas moedas fiduciárias. É o caso da Venezuela com a sua nova moeda virtual chamada Petro, não obstante o “embargo” de Trump sobre uso deste dinheiro nos EUA. O Irão, a Ucrânia, a Suécia e Austrália estão já na vanguarda de criptomoedas nacionais. E parece que o efeito será de “bola de neve” para outros países dentro de três anos. É que, para os entendidos em finanças, o uso de criptomoedas nacionais é muito eficaz em situações de crise financeira nacional ou mundial porque seu valor não depende do valor do ouro ou petróleo nos mercados internacionais.
Segundo o Portaldobitcoin, 70% dos 63 Bancos Centrais do ocidente e oriente estão há dois anos a trabalhar nos melhores conceitos e práticas da indústria criptográfica para uso de moedas digitais nestes bancos em reservas internacionais, pagamentos internacionais e interbancários. A falta de regulamentação legal segura e definitiva já está ultrapassada em 34% destes bancos.
Segundo peritos da ICOBox, o ano de 2019 será mais calmo nos mercados de criptomoedas, depois das intenpéries e incertezas do passado ano. Segundo ainda esta perspectiva da ICOBox publicada no portadobiticoin, os ICOs serão menos atractivos e substituidos pelos Security Tokens Offerings (STOs).
Lembrar que, em Angola, o BAI já faz circular o E-kwanza como criptomoeda há dois anos, embora não seja uma moeda soberana.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

2019, O ADVENTO DA EXTINÇÃO DO DINHEIRO FÍSICO!


O Euro fez ontem 20 anos de existência. Segundo a EuroNews, Alemanha e Itália são os países europeus com mais uso de dinheiro físico. A Suécia é o país que menos dinheiro sonante usa. E tenciona banir o uso de dinheiro em papel em 2030.
O senhor Satoshi Nakomoto e a senhora Ruja Ignatova (na foto) tiveram grande visão ao criarem a moeda digital Bitcoin (em 2009) e a Onecoin (2014), pois o dinheiro físico vai já entrar em desuso e suas moedas electrónicas estarão em vantagem ao competirem com as futuras moedas digitais soberanas por serem globais e com maior usabilidade nos mercados financeiros do mundo.