Noto ultimamente uma
ploriferação na criação de moedas electrónicas. Mais gente domina a tecnologia
de blockchain, mais moedas digitais são inventadas. As iniciativas são de grandes
e pequenas empresas, não ficando de parte muitos governos e pessoas singulares.
O caso mais falado actualmente é o da Libra
do Facebook.
Não tarda, o mercado
ficará saturado desta febre viral de criptomoedas. Prevalecerão apenas as
moedas com valor e estratégias fortes baseados na sustentabilidade da
usabilidade real de tal dinheiro no mundo e na resistência à censura das
autoridades reguladoras como os bancos centrais. A Bitcoin está na vanguarda por ser a “moeda mãe”, a Onecoin está na fase final do teste das
autoridades reguladoras e a anunciada Libra
é ainda uma miragem, mas, com os seus mais de 2 mil milhões de utilizadores do
FB, pode vir a ser a tal “moeda universal” como promete o seu progenitor, Mark
Zuckerberg.

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